Toma! Embrulha!
Se existem duas coisas que eu adoro nos baptizados, existe pelo menos uma coisa que me irrita imenso. É ver todos os velh... *cof* desculpem, idosos da minha família, no caso de hoje, tios da minha mãe, a fazer-me tipo uma espera à entrada da igreja e/ou restaurante. É mais as idosas, na realidade.
E o que é que fazem? Com aquele sorriso típico, chegam-se ao pé de mim e das minhas primas e perguntam por namorados (é claro que perguntam se está tudo bem primeiro, também, coitados até são boas pessoas, salvo seja).
Normalmente, e como era verdade até há bem pouco tempo, respondia que não tinha namorado e começavam a chatear-me, 'ah já tens idade..', ' mas deves ter lá um em Lisboa...', 'não digas que não, deves ter...', 'não tens namorado? mas gostas de alguém, certo?!', etc.
Hoje, ao perguntarem-me se já tinha namorado, respondi que sim. E ficou tudo a olhar para mim. Caladinhos. E eu pensei: "Epá, devia ter-lhes mentido durante estes anos todos...".
É claro que, momentos depois, começaram-me a perguntar como era o rapazito e etc., mas eu fui pegar na miúda que foi baptizada e desviei o assunto, completamente.
parafina falsificada
Mostrar mensagens com a etiqueta há pessoas loucas neste mundo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta há pessoas loucas neste mundo. Mostrar todas as mensagens
domingo, 14 de dezembro de 2008
Há duas coisas que eu adoro em baptizados...
1- A comida à borla que se come ao almoço (comi tantas gambas, meu Deus...).
2- As piadas parvas que se podem mandar quando o padre baptiza o bebé e este, por seu turno, desata a chorar. Hoje decidimos inventar falas sobre o que a bebé e o padre pensavam naquele momento. Até a minha avó se riu.
parafina falsificada
1- A comida à borla que se come ao almoço (comi tantas gambas, meu Deus...).
2- As piadas parvas que se podem mandar quando o padre baptiza o bebé e este, por seu turno, desata a chorar. Hoje decidimos inventar falas sobre o que a bebé e o padre pensavam naquele momento. Até a minha avó se riu.
parafina falsificada
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Os vírus são nossos amiguinhos, he he he!
Aula prática de Virologia, Laboratório de Microbiologia da FFUL.
Professor de Virologia fala sobre o CMV, sobre os vários tipos de diagnóstico, etc.
Diz a seguinte pérola:
"Ora pois, diagnóstico pós-natal... Sim, porque o bebé nasceu no Natal. O diagnóstico, como é pós-natal, faz-se aí em Janeiro e o bebé que nasceu é o 'Jasus' !"
(Sim, tenham medo, muito medo, principalmente se vos disser que esta piada foi logo pela manhã...)
Outra pérola:
"Então, e onde se faz o teste do pézinho?"
*silêncio*
Uma alma inocente exclamou: "No pé!!"
(Ele queria que fosse dito o local [cidade] onde se analisam as amostras do teste...)
parafina falsificada
Aula prática de Virologia, Laboratório de Microbiologia da FFUL.
Professor de Virologia fala sobre o CMV, sobre os vários tipos de diagnóstico, etc.
Diz a seguinte pérola:
"Ora pois, diagnóstico pós-natal... Sim, porque o bebé nasceu no Natal. O diagnóstico, como é pós-natal, faz-se aí em Janeiro e o bebé que nasceu é o 'Jasus' !"
(Sim, tenham medo, muito medo, principalmente se vos disser que esta piada foi logo pela manhã...)
Outra pérola:
"Então, e onde se faz o teste do pézinho?"
*silêncio*
Uma alma inocente exclamou: "No pé!!"
(Ele queria que fosse dito o local [cidade] onde se analisam as amostras do teste...)
parafina falsificada
domingo, 19 de outubro de 2008
Eu tenho um Ewok, eu tenho um Ewok, eu tenho um Ewok!!
ou
GEEG, GEEK, GEEK!!

Ou como diria a rummy: Eu tenho um Bruno Aleixo, eu tenho um Bruno Aleixo, eu tenho um Bruno Aleixo!
parafina falsificada (e também tenho um sabre de luz vermelho. E um R2D2 numa nave. E uma Millenium Falcon.)
ou
GEEG, GEEK, GEEK!!
Ou como diria a rummy: Eu tenho um Bruno Aleixo, eu tenho um Bruno Aleixo, eu tenho um Bruno Aleixo!
parafina falsificada (e também tenho um sabre de luz vermelho. E um R2D2 numa nave. E uma Millenium Falcon.)
Marcadores:
eu sou estranha,
geek de star wars,
há pessoas loucas neste mundo
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Dura Praxis, Sed Praxis
Para começar este texto, tenho a dizer que sou a favor de praxes, mas nada de brutalmente horrível, eu gosto de praxes, como as da minha faculdade e sou totalmente contra a andarem a perseguir caloiros e a espancá-los e whatever. Este ano foi o primeiro ano que pude praxar e, sinceramente, acho que não fui má. De todo. Está bem que eu berro mais que eles todos juntos, mas isso é apenas um facto.
Acho, apenas, que as pessoas em geral têm uma ideia completamente exagerada do que são as praxes e já vão ver porquê...
Na passada segunda-feira, andei com os caloiros por Lisboa, no Casco Paper, que para quem não é de Lisboa é muito bom porque ficam a conhecer vários sítios da capital e etc. Ora, assim que entrámos no metro na Cidade Universitária, tal como os doutores lhes tinham dito, os caloiros disseram "Bom dia, senhores passageiros". Foi algo que eu fiz no meu ano de caloira e não houve problema nenhum. Porém, este ano, tivemos logo um senhor que, assim que nos viu entrar, nos mandou calar.
Os caloiros olharam para nós, os mais velhos, com altas caras e nós, doutores, ficámos igualmente com uma cara totalmente aparvalhada. Saímos do metro na estação em que era previsto (com velhinhas a rirem-se quando os nossos caloiros lhes acenavam um adeus quando o metro partia) e pronto.
Ao longo de todo o dia, fomos abordados por pessoas nas ruas de Lisboa e se pensam que essas pessoas eram educadas ao falar connosco, então estão muito enganados! Na realidade, entre mandar bocas do género "Até a explicar o porquê do traje académico se envergonham, que parvos!" e umas velhas se dirigirem a nós, quando lanchávamos, COM os nossos caloiros a dizer "Haha, os doutores e os caloiros que quando acabarem o curso vão arrumar carros para o Rossio", ainda houveram uns senhores que, por pouco, não nos batiam a nós doutores porque, segundo eles, as praxes que lhes estávamos a fazer (cantar músicas da nossa faculdade e músicas das cordas que os próprios caloiros inventaram) era um acto do diabo. Eu fiquei seriamente possessa com um senhor (se lhe posso chamar isso) dos seus 30 anos que, em pleno Largo de Camões, se pôs a dizer para os caloiros que deveriam ser anti-praxe, que aquilo não fazia sentido nenhum. Eu disse ao senhor que a maioria das pessoas que entra no Ensino Superior é praxada, e no caso da minha faculdade, pelo menos, as praxes são do mais soft que há. E que os caloiros estavam ali porque queriam, não estavam obrigados. O senhor não nos deixava falar, quase que nos levantava a mão e foi então que os nossos caloiros saltaram em nossa defesa e disseram de sua justiça. Que se estavam a divertir, que não éramos maus, que não estavam a fazer nada de mal, que queriam estar ali.
Acho duma parvoíce extrema haver pessoas que se chegam ao pé de nós a dizer baboseiras destas, sem saberem do que vão falar, sem saberem como são realmente as praxes. Eu sei que na televisão só passam as coisas más sobre a praxe e as pessoas têm uma ideia pré-concebida a partir disso. Mas é de uma lata tremenda quase que baterem e agriderem verbalmente os alunos mais velhos, trajados, por causa disso.
A boa parte da coisa é que ainda houveram pessoas que gostaram, na sua grande maioria estrangeiros, e que tiravam fotos e faziam-nos imensas perguntas e achavam realmente piada.
E não, a praxe não é dura, pelo menos na FFUL.
(Custa mais aos doutores (especialmente às doutoras) que aos caloiros, e eu sei, porque já passei por ambos. E este ano fiquei muito mais cansada, tanto emocionalmente como fisicamente, do que no meu ano de caloira. E os meus pés... coitadinhos!)
A praxe, na FFUL, é divertida.
parafina falsificada
Para começar este texto, tenho a dizer que sou a favor de praxes, mas nada de brutalmente horrível, eu gosto de praxes, como as da minha faculdade e sou totalmente contra a andarem a perseguir caloiros e a espancá-los e whatever. Este ano foi o primeiro ano que pude praxar e, sinceramente, acho que não fui má. De todo. Está bem que eu berro mais que eles todos juntos, mas isso é apenas um facto.
Acho, apenas, que as pessoas em geral têm uma ideia completamente exagerada do que são as praxes e já vão ver porquê...
Na passada segunda-feira, andei com os caloiros por Lisboa, no Casco Paper, que para quem não é de Lisboa é muito bom porque ficam a conhecer vários sítios da capital e etc. Ora, assim que entrámos no metro na Cidade Universitária, tal como os doutores lhes tinham dito, os caloiros disseram "Bom dia, senhores passageiros". Foi algo que eu fiz no meu ano de caloira e não houve problema nenhum. Porém, este ano, tivemos logo um senhor que, assim que nos viu entrar, nos mandou calar.
Os caloiros olharam para nós, os mais velhos, com altas caras e nós, doutores, ficámos igualmente com uma cara totalmente aparvalhada. Saímos do metro na estação em que era previsto (com velhinhas a rirem-se quando os nossos caloiros lhes acenavam um adeus quando o metro partia) e pronto.
Ao longo de todo o dia, fomos abordados por pessoas nas ruas de Lisboa e se pensam que essas pessoas eram educadas ao falar connosco, então estão muito enganados! Na realidade, entre mandar bocas do género "Até a explicar o porquê do traje académico se envergonham, que parvos!" e umas velhas se dirigirem a nós, quando lanchávamos, COM os nossos caloiros a dizer "Haha, os doutores e os caloiros que quando acabarem o curso vão arrumar carros para o Rossio", ainda houveram uns senhores que, por pouco, não nos batiam a nós doutores porque, segundo eles, as praxes que lhes estávamos a fazer (cantar músicas da nossa faculdade e músicas das cordas que os próprios caloiros inventaram) era um acto do diabo. Eu fiquei seriamente possessa com um senhor (se lhe posso chamar isso) dos seus 30 anos que, em pleno Largo de Camões, se pôs a dizer para os caloiros que deveriam ser anti-praxe, que aquilo não fazia sentido nenhum. Eu disse ao senhor que a maioria das pessoas que entra no Ensino Superior é praxada, e no caso da minha faculdade, pelo menos, as praxes são do mais soft que há. E que os caloiros estavam ali porque queriam, não estavam obrigados. O senhor não nos deixava falar, quase que nos levantava a mão e foi então que os nossos caloiros saltaram em nossa defesa e disseram de sua justiça. Que se estavam a divertir, que não éramos maus, que não estavam a fazer nada de mal, que queriam estar ali.
Acho duma parvoíce extrema haver pessoas que se chegam ao pé de nós a dizer baboseiras destas, sem saberem do que vão falar, sem saberem como são realmente as praxes. Eu sei que na televisão só passam as coisas más sobre a praxe e as pessoas têm uma ideia pré-concebida a partir disso. Mas é de uma lata tremenda quase que baterem e agriderem verbalmente os alunos mais velhos, trajados, por causa disso.
A boa parte da coisa é que ainda houveram pessoas que gostaram, na sua grande maioria estrangeiros, e que tiravam fotos e faziam-nos imensas perguntas e achavam realmente piada.
E não, a praxe não é dura, pelo menos na FFUL.
(Custa mais aos doutores (especialmente às doutoras) que aos caloiros, e eu sei, porque já passei por ambos. E este ano fiquei muito mais cansada, tanto emocionalmente como fisicamente, do que no meu ano de caloira. E os meus pés... coitadinhos!)
A praxe, na FFUL, é divertida.
parafina falsificada
Marcadores:
em lisboa,
FFUL,
há pessoas loucas neste mundo,
praxes
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Diz que somos doidas!
Dinocas, eu e Paté (anteriormente conhecida neste blog por parafina mutante) fomos passear e as nossas belas e jeitosas pernocas levaram-nos, primeiramente, para o parque da cidade. Lá, enquanto falávamos das coisas mais variadas e estúpidas até, surgiu-nos o tema "McDonalds". Eu e a Paté decidimos ir ao McDonalds, e a Dinocas veio atrás.
Porque é que somos doidas?? Epá, basicamente o McDonalds fica a 45 minutos a pé do parque da cidade. E nós fomos. E comemos fast food às 23h30.
Ganhei mais um copo para a colecção, mais uma ceninha que tem música do Bob Sinclair e que vou usar para atormentar os meus caloirinhos (*evil face*) e já me prometeram trazer uma cena igual mas que tem música dos Aqua. Coisas que se ganham no Happy Meal...
Depois ficámos mais de meia hora sentadas em frente a casa delas. Passou um bando de avecs, que puseram uma música muito inspiradora assim que passaram por nós e eu vá que saquei do Bob Sinclair e, feitas doidas, cantámos e dançámos ao som da música e os avecs lá foram embora.
A seguir, quando eu voltava para casa (repito, a pé...), os coisinhos que regam as palmeiras à beira da avenida começam a funcionar e molharam-me toda. Até teria alguma piada, se estivesse calor...
E pronto, é assim.. vidas de quem não tem mesmo nada para fazer.
parafina falsificada
Dinocas, eu e Paté (anteriormente conhecida neste blog por parafina mutante) fomos passear e as nossas belas e jeitosas pernocas levaram-nos, primeiramente, para o parque da cidade. Lá, enquanto falávamos das coisas mais variadas e estúpidas até, surgiu-nos o tema "McDonalds". Eu e a Paté decidimos ir ao McDonalds, e a Dinocas veio atrás.
Porque é que somos doidas?? Epá, basicamente o McDonalds fica a 45 minutos a pé do parque da cidade. E nós fomos. E comemos fast food às 23h30.
Ganhei mais um copo para a colecção, mais uma ceninha que tem música do Bob Sinclair e que vou usar para atormentar os meus caloirinhos (*evil face*) e já me prometeram trazer uma cena igual mas que tem música dos Aqua. Coisas que se ganham no Happy Meal...
Depois ficámos mais de meia hora sentadas em frente a casa delas. Passou um bando de avecs, que puseram uma música muito inspiradora assim que passaram por nós e eu vá que saquei do Bob Sinclair e, feitas doidas, cantámos e dançámos ao som da música e os avecs lá foram embora.
A seguir, quando eu voltava para casa (repito, a pé...), os coisinhos que regam as palmeiras à beira da avenida começam a funcionar e molharam-me toda. Até teria alguma piada, se estivesse calor...
E pronto, é assim.. vidas de quem não tem mesmo nada para fazer.
parafina falsificada
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Be aware!
A rummy já tem carta de condução!! (Parabéns, mais uma vez, oh mulher!)
Pois é, ela passou ontem no exame de condução e eu, juntamente com a Pipa e a Dalila, queríamos que ela tivesse vindo festejar esse grande facto connosco, ao Boulevard, no Saldanha, mas ela não podia porque não tinha ninguém para a levar a casa (em Moscavide). Estávamos nós as três, acabadinhas de chegar ao Boulevard, e elas a relatarem-me isto, quando uma ideia nos passou pela cabeça. E que tal ir à casa dela?! Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé...
E lá fomos nós. [Pequena nota: Eram quase 23h quando decidimos isto.]
Invadimos a casa da rummy cerca da meia noite, oferecemos-lhe o primeiro carro da vida dela (abençoado Continente do Vasco da Gama que ainda estava aberto e assim fomos lá comprar um carro de brincar... ) e voltámos a casa nos autocarros da rede da madrugada, a horas poucas decentes.
Isto de estar de férias dá cabo da cabeça a uma pessoa. Melhor, ter férias após esturricar os neurónios durante um mês inteiro, é completamente... surreal.
parafina falsificada (só espero mesmo estar já de férias... ainda faltam duas notas)
A rummy já tem carta de condução!! (Parabéns, mais uma vez, oh mulher!)
Pois é, ela passou ontem no exame de condução e eu, juntamente com a Pipa e a Dalila, queríamos que ela tivesse vindo festejar esse grande facto connosco, ao Boulevard, no Saldanha, mas ela não podia porque não tinha ninguém para a levar a casa (em Moscavide). Estávamos nós as três, acabadinhas de chegar ao Boulevard, e elas a relatarem-me isto, quando uma ideia nos passou pela cabeça. E que tal ir à casa dela?! Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé...
E lá fomos nós. [Pequena nota: Eram quase 23h quando decidimos isto.]
Invadimos a casa da rummy cerca da meia noite, oferecemos-lhe o primeiro carro da vida dela (abençoado Continente do Vasco da Gama que ainda estava aberto e assim fomos lá comprar um carro de brincar... ) e voltámos a casa nos autocarros da rede da madrugada, a horas poucas decentes.
Isto de estar de férias dá cabo da cabeça a uma pessoa. Melhor, ter férias após esturricar os neurónios durante um mês inteiro, é completamente... surreal.
parafina falsificada (só espero mesmo estar já de férias... ainda faltam duas notas)
Marcadores:
há pessoas loucas neste mundo,
mais um perigo na estrada
domingo, 16 de dezembro de 2007
Na escola de espermatozóides...
Professor Espermatozóide - No momento que vocês sabem que vai ser o apropriado, vocês vão sair daqui e entrar num longo corredor. Movam-se o mais depressa que puderem. Infelizmente, só um poderá ser o vencedor, é verdade, mas é a vida.
Espermatozóide Aprendiz - E depois de entrarmos nesse corredor e nos movermos, o que fazemos, senhor professor?
Professor Espermatozóide - Quando encontrarem algo redondo e cor-de-rosa, batem na parede e dizem: "Olá, eu sou o espermatozóide!" e esperam que vos respondam: "Olá, eu sou o óvulo! Podes entrar!" E depois, entram!
Alguns dias depois, dá-se o tão fantástico momento. Os espermatozóides entram pelo longo corredor, movem-se o mais rápido que conseguem, mas só é o vencedor, que bate na parede da coisa redonda e cor-de-rosa! Segue-se o seguinte diálogo:
Espermatozóide Vencedor - Olá, eu sou o espermatozóide!
Coisa Redonda e Cor-de-Rosa - Olá, eu sou a amígdala!
parafina falsificada (e este é um dos, muitos, resultados do jantar de hoje com os meus primos...)
Professor Espermatozóide - No momento que vocês sabem que vai ser o apropriado, vocês vão sair daqui e entrar num longo corredor. Movam-se o mais depressa que puderem. Infelizmente, só um poderá ser o vencedor, é verdade, mas é a vida.
Espermatozóide Aprendiz - E depois de entrarmos nesse corredor e nos movermos, o que fazemos, senhor professor?
Professor Espermatozóide - Quando encontrarem algo redondo e cor-de-rosa, batem na parede e dizem: "Olá, eu sou o espermatozóide!" e esperam que vos respondam: "Olá, eu sou o óvulo! Podes entrar!" E depois, entram!
Alguns dias depois, dá-se o tão fantástico momento. Os espermatozóides entram pelo longo corredor, movem-se o mais rápido que conseguem, mas só é o vencedor, que bate na parede da coisa redonda e cor-de-rosa! Segue-se o seguinte diálogo:
Espermatozóide Vencedor - Olá, eu sou o espermatozóide!
Coisa Redonda e Cor-de-Rosa - Olá, eu sou a amígdala!
parafina falsificada (e este é um dos, muitos, resultados do jantar de hoje com os meus primos...)
Marcadores:
há pessoas loucas neste mundo,
piada de espermatozóides
Subscrever:
Mensagens (Atom)