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domingo, 7 de dezembro de 2008

Conversas extremamente interessantes #12098

Pai parafina falsificada - Amanhã quando for comprar o jornal, até vou com o meu boné do Benfica...
parafina falsificada - Por favor, não! Isso é tão bimbo, pai!

****

parafina falsificada - Ó mãe!!
mãe parafina falsificada - O que foi?
parafina falsificada - Arranjas 4500€ para comprarmos o relógio Omega do James Bond ao pai pelo Natal?
mãe parafina falsificada - Pá, se me sair a lotaria do Natal, talvez.


parafina falsificada (agora vou ali e já venho que na RTP1 está a dar Xutos & Pontapés no programa da Catarina Furtado e apetece-me cantar..)
Nope, I didn't wake up!

Quer dizer, o despertador tocou e eu desliguei-o às 9h30, mas só mexi mesmo o braço esquerdo para o fazer, o resto do corpo ficou imobilizado na caminha, a descansar.

Acabei por acordar às 11h, com a mãe parafina falsificada a cantar "Esfrega o Pito com Alho" pela casa inteira.

parafina falsificada (e agora, acabar trabalhinho de Biologia Molecular, para ir estudar Galénica weee)

sábado, 1 de novembro de 2008

Não me lixem, estou cheia de trabalho!

Sim, estou a fazer mais um excelente trabalho de Biologia Molecular do qual não percebo uma porra, e, mesmo à bocadinho, quando a minha mãe quis vir fazer uma coisa aqui ao quarto, disse-lhe: "Não me venhas chatear, estou cheia de trabalho, deixa isso para depois, se faz favor!".

Minutos depois, ela apareceu-me com uma garrafa de jeropiga na mão e dois copos na outra, exclamando: "Hoje é dia de beber jeropiga e comer castanhas assadas! Já que não temos as castanhas para comer, bebemos jeropiga!".

É o que eu digo, esta mulher, às vezes, não faz sentido.

parafina falsificada

domingo, 14 de setembro de 2008

Conversa sobre bananas

Mãe parafina falsificada: Aquelas bananas são mesmo pequenas.

parafina falsificada: Ah, mas devem-se comer.

Mãe parafina falsificada: Já comeste alguma assim?

parafina falsificada: Não.

*silêncio*

3...
2...
1...

*explosão de risos*

parafina falsificada

sábado, 21 de junho de 2008

Conversas irreais

A sério, depois de lerem este post, toda a gente vai finalmente entender porque é que a doideira é genética na minha família.

Recentemente têm havido umas mortes na minha família, mais precisamente de tios da minha mãe (que estejam lá em paz, coitados).

Hoje ao jantar:

Mãe parafina falsificada - Bem, eu devo morrer primeiro que o teu pai.
parafina falsificada - Não sejas exagerada! Sabes lá tu...
Mãe parafina falsificada - Não, mas é que assim o teu pai fica enterrado por cima de mim!
parafina falsificada - Oi?!
Mãe parafina falsificada - Até na morte ele fica por cima de mim *risos*
parafina falsificada - Lamento informar-te, mas as pessoas nos caixões vão de barriga para cima, não de barriga para baixo...
Mãe parafina falsificada - Ah, o teu pai vira-se para baixo...
(após alguns momentos)
Pai parafina falsificada - Mas que conversa mais mórbida!

parafina falsificada (desde 1988 a pôr mais doideira no mundo)

domingo, 1 de abril de 2007

Conversa pai-filha (versão 1.0 - parafina falsificada)

pai parafina falsificada - Sabes o que chamam agora ao Sócrates e ao Cavaco?
parafina falsificada - Amantes?
pai parafina falsificada - Não! Um é o champô, o outro é o amaciador. Adivinha quem é quem?
parafina falsificada - Sei lá. O Sócrates deve ser o amaciador... ele é mais... bem, o certo é que houveram aqueles rumores...
pai parafina falsificada - É nada. O amaciador é o Cavaco. Ele suaviza. O Sócrates é o champô. É ele que ataca a front-line.


parafina falsificada (como podem ver, a maluquice é genética)