Aventuras no metro #1000
Ontem à tarde, eu e a Di íamos para o Estádio Universitário para ir correr. Fomos de metro, portanto.
Havia muita gente à espera de metro. E foi bonita a forma como fomos desde o Saldanha até à Cidade Universitária... bem aconchegadas, é tudo o que tenho a dizer.
O melhor da coisa foi que eu não conseguia parar de rir sobre a situação, e depois a Di começou a rir-se imenso também, e depois o senhor que ia atrás de nós também... Epá, foi uma comédia!
parafina falsificada
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quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Oops! Era uma vez um chinelo (ou "quase era uma vez um chinelo!")
Hoje, cerca das 14h30, no metro do Saldanha, sentido Odivelas, houve alguém que ao entrar no metro ia ficando sem um chinelo. Sim, eu! E foi por um triz que não fiquei ali descalça de um só pé. E ainda estou estupefacta, porque não sei como é que o chinelo não caiu para os carris. É que ficou mesmo apoiado no chão do cais e na entrada do metro. E eu não tenho o pé assim tão grande, LOL!
parafina falsificada
Hoje, cerca das 14h30, no metro do Saldanha, sentido Odivelas, houve alguém que ao entrar no metro ia ficando sem um chinelo. Sim, eu! E foi por um triz que não fiquei ali descalça de um só pé. E ainda estou estupefacta, porque não sei como é que o chinelo não caiu para os carris. É que ficou mesmo apoiado no chão do cais e na entrada do metro. E eu não tenho o pé assim tão grande, LOL!
parafina falsificada
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Aventuras no Metro VI
Quarta-feira á noite, eu e a Lady Di, mais a LC e a Pips fomos ver as luzes de Natal à Baixa lisboeta. Combinámos encontrarmo-nos com a Pips no metro do Saldanha e assim foi. Lá entrámos no metro e sentámo-nos as quatro.
O que aconteceu de seguida foi extremamente estranho mas fantástico e cómico ao mesmo tempo. Um senhor entrou no metro e sentou-se no banco à nossa frente. Logo de seguida, o vigilante da estação de Saldanha entrou atrás desse mesmo senhor e pediu-lhe para ver o bilhete. Ele mostrou-o, e o vigilante disse que o dito cujo bilhete estava inválido e pediu-lhe para o senhor sair com ele. O senhor não o fez. O metro esteve parado uns bons 15 minutos talvez, enquanto que o vigilante e o senhor trocavam bocas muito interessantes tais como o diálogo que se segue:
Vigilante - Você tem que sair.
Senhor - Não tenho nada.
Vigilante - Olhe que eu vou chamar a polícia...
Senhor - Então vá!
(Vigilante sai de cena)
(Dois minutos mais tarde, volta...)
Vigilante - Saia já do metro. Você vai pagar uma indemnização e eu vou passá-la ...
Senhor - Então passe, seu palhaço.
Vigilante - Você não me chama palhaço! Olhe que eu parto-lhe a boca toda!
Senhor - Força! Depois veremos quem paga a indemnização a quem...
Finalmente, e apenas porque um senhor mais velho se dirigiu ao senhor com o bilhete inválido e lhe pediu para sair do metro porque ele estava atrasado para ir para o trabalho, o outro saiu.
LC, Lady Di , Pips et moi ficámos com pena de não ver o resto da cena... Quase que apostávamos que iria haver porrada... mas já estava a ficar tarde, e tínhamos que nos despachar, por isso, lá fomos nós.
O cómico da coisa foi que, quando estávamos em frente aos Armazéns do Chiado, vimos o senhor do bilhete inválido, que vinha a andar imensamente depressa e tinha cara de quem tinha vindo a pé desde o Saldanha...
Fantastique!
parafina falsificada
Quarta-feira á noite, eu e a Lady Di, mais a LC e a Pips fomos ver as luzes de Natal à Baixa lisboeta. Combinámos encontrarmo-nos com a Pips no metro do Saldanha e assim foi. Lá entrámos no metro e sentámo-nos as quatro.
O que aconteceu de seguida foi extremamente estranho mas fantástico e cómico ao mesmo tempo. Um senhor entrou no metro e sentou-se no banco à nossa frente. Logo de seguida, o vigilante da estação de Saldanha entrou atrás desse mesmo senhor e pediu-lhe para ver o bilhete. Ele mostrou-o, e o vigilante disse que o dito cujo bilhete estava inválido e pediu-lhe para o senhor sair com ele. O senhor não o fez. O metro esteve parado uns bons 15 minutos talvez, enquanto que o vigilante e o senhor trocavam bocas muito interessantes tais como o diálogo que se segue:
Vigilante - Você tem que sair.
Senhor - Não tenho nada.
Vigilante - Olhe que eu vou chamar a polícia...
Senhor - Então vá!
(Vigilante sai de cena)
(Dois minutos mais tarde, volta...)
Vigilante - Saia já do metro. Você vai pagar uma indemnização e eu vou passá-la ...
Senhor - Então passe, seu palhaço.
Vigilante - Você não me chama palhaço! Olhe que eu parto-lhe a boca toda!
Senhor - Força! Depois veremos quem paga a indemnização a quem...
Finalmente, e apenas porque um senhor mais velho se dirigiu ao senhor com o bilhete inválido e lhe pediu para sair do metro porque ele estava atrasado para ir para o trabalho, o outro saiu.
LC, Lady Di , Pips et moi ficámos com pena de não ver o resto da cena... Quase que apostávamos que iria haver porrada... mas já estava a ficar tarde, e tínhamos que nos despachar, por isso, lá fomos nós.
O cómico da coisa foi que, quando estávamos em frente aos Armazéns do Chiado, vimos o senhor do bilhete inválido, que vinha a andar imensamente depressa e tinha cara de quem tinha vindo a pé desde o Saldanha...
Fantastique!
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sábado, 31 de março de 2007
Aventuras no Metro II
Próxima estação: Bela Vista – O senhor tenta espreitar para dentro do meu decote. Eu faço um olhar, mas o senhor continua.
Próxima estação: Chelas – O senhor sai.
parafina falsificada
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