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domingo, 10 de julho de 2011

Cenário #1

Eu e o meu namorado, na sexta-feira à noite, entrámos na estação de metro do Terreiro do Paço para apanharmos o dito metro. Enquanto andávamos, eu falava de, quando a estação abriu, eu ter dito que nunca me iam apanhar ali, bla bla, por causa de estar tão perto do rio, e coisas desse género. A verdade é que cheguei a fazer aquele percurso algumas vezes para apanhar o comboio em Santa Apolónia.

Assim que entramos no átrio que dá para as escadas rolantes, que dão para os respectivos cais de metro, vemos grandes poças de água. Olhámos um para o outro, rimo-nos e descemos para o cais.

Tivemos que ficar à espera de metro e, eis que, começámos a ouvir um jacto de água a cair no chão. Olhámos, olhámos e, qual não é a nossa surpresa, quando vemos a parede do túnel por onde os metros passam, toda encharcada. E a água continuava a ouvir-se, e para se ouvir daquele forma, é porque não era pouca.

Resta apenas dizer que só queríamos que o metro viesse o mais rapidamente possível (o que aconteceu xD) e que não me parece que façamos aquele trajecto muitas mais vezes. Aquilo é um verdadeiro perigo que para ali anda!

parafina falsificada

quinta-feira, 12 de março de 2009

Aventuras no metro #1000

Ontem à tarde, eu e a Di íamos para o Estádio Universitário para ir correr. Fomos de metro, portanto.

Havia muita gente à espera de metro. E foi bonita a forma como fomos desde o Saldanha até à Cidade Universitária... bem aconchegadas, é tudo o que tenho a dizer.

O melhor da coisa foi que eu não conseguia parar de rir sobre a situação, e depois a Di começou a rir-se imenso também, e depois o senhor que ia atrás de nós também... Epá, foi uma comédia!

parafina falsificada

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Oi?!

É impressão minha, ou as pessoas atirarem-se para a linha do metro está na moda?!

O Balsagode, o Grande podia seguir esta moda, digo eu...

parafina falsificada

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sou só eu que...

... morro a rir cada vez que estou à espera do metro e ouço aquela senhora que anuncia as mais variadas coisas do Metropolitano de Lisboa, sendo que uma delas é a senhora a falar num inglês extremamente mau, dizendo: "Protect your belongings, etc." ??

É que é tão mau, mesmo muito mau!

parafina falsificada

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Aventuras no Metro VII

Ontem, quando me dirigia com a minha malinha para Sete Rios, fiz a minha entrada no metro em Saldanha, como é normal. Passei o passe na máquina e passei, com a mala atrás. Ora, as portas não devem ter sensores para malas porque fecharam-se quase a meio da minha mala, mas ainda consegui soltá-la de lá.

Quando me preparava para descer as escadas para o cais, eis que surge o vigilante da estação (sim, o mesmo do outro post mais abaixo), a querer ver o meu bilhete. Mostrei-lhe o passe, o senhor saiu com ele e voltou a entrar e dirigiu-se de novo a mim.

Vigilante - Ah... pois... desculpe... parecia que você tinha entrado sem bilhete, que as portas se tinham fechado quando você estava a passar...

parafina falsificada - Isso foi a minha mala, dah!

Cegueta pá!!! E perdi o metro por causa dele...

Mais tarde, ao sair no Jardim Zoológico (nota: íamos tipo sardinha em lata no metro), um estúpido dum parvalhão aparentemente da minha idade não saía da minha frente e eu queria sair ali. Mandei-lhe um berro mesmo perto dos ouvidos, espero ter rebentado com os tímpanos dele.

Ahh... o berro foi mais ou menos qualquer coisa: "F/%&/()$$%&# ! Sai-me da frente, seu palhaço!"

parafina falsificada

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Aventuras no Metro VI

Quarta-feira á noite, eu e a Lady Di, mais a LC e a Pips fomos ver as luzes de Natal à Baixa lisboeta. Combinámos encontrarmo-nos com a Pips no metro do Saldanha e assim foi. Lá entrámos no metro e sentámo-nos as quatro.

O que aconteceu de seguida foi extremamente estranho mas fantástico e cómico ao mesmo tempo. Um senhor entrou no metro e sentou-se no banco à nossa frente. Logo de seguida, o vigilante da estação de Saldanha entrou atrás desse mesmo senhor e pediu-lhe para ver o bilhete. Ele mostrou-o, e o vigilante disse que o dito cujo bilhete estava inválido e pediu-lhe para o senhor sair com ele. O senhor não o fez. O metro esteve parado uns bons 15 minutos talvez, enquanto que o vigilante e o senhor trocavam bocas muito interessantes tais como o diálogo que se segue:

Vigilante - Você tem que sair.
Senhor - Não tenho nada.
Vigilante - Olhe que eu vou chamar a polícia...
Senhor - Então vá!

(Vigilante sai de cena)
(Dois minutos mais tarde, volta...)

Vigilante - Saia já do metro. Você vai pagar uma indemnização e eu vou passá-la ...
Senhor - Então passe, seu palhaço.
Vigilante - Você não me chama palhaço! Olhe que eu parto-lhe a boca toda!
Senhor - Força! Depois veremos quem paga a indemnização a quem...

Finalmente, e apenas porque um senhor mais velho se dirigiu ao senhor com o bilhete inválido e lhe pediu para sair do metro porque ele estava atrasado para ir para o trabalho, o outro saiu.

LC, Lady Di , Pips et moi ficámos com pena de não ver o resto da cena... Quase que apostávamos que iria haver porrada... mas já estava a ficar tarde, e tínhamos que nos despachar, por isso, lá fomos nós.

O cómico da coisa foi que, quando estávamos em frente aos Armazéns do Chiado, vimos o senhor do bilhete inválido, que vinha a andar imensamente depressa e tinha cara de quem tinha vindo a pé desde o Saldanha...

Fantastique!

parafina falsificada

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Aventuras no metro I

Não sei se alguma vez vos aconteceu, mas provavelmente sim.
Imaginem a cena: vocês entram no metro, ficam em pé porque vão andar só três estações e o índividuo que se põe mesmo à vossa frente é .... estranho.

Ele ri-se enquanto olha para a tua pessoa. Ele está sempre a coçar a cabeça. Ele ri-se de novo. Ele continua a coçar a cabeça.

Eu imaginei as coisas mais horríveis do homem: que tinha piolhos, que tinha caspa em abundância, que era daqueles indíviduos muito normais que violavam as pessoas quando elas saíam do metro, etc..

O dito cujo saiuna estação do Campo Pequeno. Nunca, em toda a minha curta vida em Lisboa, a viagem de metro da Cidade Universitária até ao Campo Pequeno (onde o senhor de camisola laranja saiu) demorou tanto.

E não é que ele saiu do metro, olhou para trás, para mim, e riu-se de novo?!!


parafina falsificada (devo ter cara de palhaço. ou então ele era mesmo um violador. ou então tinha realmente problemas)